sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

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Lembro-me seriamente do primeiro olhar, do primeiro encontro. Do pormenor do teu brilhar. Lembro-me dos teus doces lábios que em mim se encostavam, lembro-te então que poderia chamar a tudo aquilo ‘um amor mutuo’. Um sentimento que até já é inexplicável, que não tem qualquer jeito, que se apodera de uma presença constante. Tudo o que sou, és, tudo o que és, sou, e tudo o que somos, fomos/seremos sempre nós.
Mesmo que tudo tenha de acabar, ambos sabemos que nada se esquece, e acredito cada vez mais de novo o nosso abraço apertado, o meu sorriso, e tudo aquilo que te contagiou até agora, porque basicamente foi isso que fez alimentar o nosso sentimento.
E irei repetir mais mil vezes para todo o mundo, TU ÉS O QUE REALMENTE QUERO.

26/9/09

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